 | "Você pega a planta… e outra coisa: antes, você tinha que imprimir duas ou três, porque também errava, e ainda por cima é sempre planta em A0, então precisa de uma mesa gigantesca. A partir daí, você começava fazendo o cálculo da linha principal, vazão do sistema, temperatura da água e, na sequência, vinha a perda de carga. Nossa, tá maluco! E no meio disso tudo tem aquele negócio, né? O ‘CC’, que eu falo, coeficiente de cagaço. Você acaba jogando lá pra cima, mas não está trabalhando certo, porque isso mexe direto no orçamento, mexe em tudo. Por causa desse processo todo, dependendo do projeto, você gastava quinze dias desenhando, fazendo, resolvendo. E não era só isso, porque ainda precisava de acompanhamento e de um projeto bem detalhado, senão ninguém conseguia montar. Hoje já é diferente. Com a AuE (HydroLANDSCAPE), se o cara souber colar cano, já consegue executar. Com o projeto em mãos, você trabalha com cinco, seis layouts e já tem tudo ali organizado, hidráulica, elétrica, aspersores. Só não faz quem não souber ler. Por exemplo, quando eu pego um projeto na Barra da Tijuca, onde faço bastante serviço, com um jardim de mil metros quadrados ou até menos, e sendo tudo plano, em menos de duas horas você faz o projeto. Tranquilo, tranquilo."
Irrigante José Hilário Cordeiro Neto Petrópolis - RJ, Brasil - 11/04/2026 |